Os indicadores do HHFA em detalhe
A anatomia de um registo de indicador
Cada indicador do inventário traz os seguintes campos.
| Campo | Conteúdo |
|---|---|
| Identificador permanente | Código de três letras, estável entre versões do inventário. Serve para pesquisa na plataforma. |
| Número | Posição na árvore: dimensão, área, subárea, tabela, indicador. |
| Indicador | O enunciado, quase sempre na forma “percentagem de unidades que…”. |
| Dimensão, área, subárea, tabela | A classificação. |
| Domínio | Para indicadores de prontidão: pessoal e guias, equipamento, diagnóstico, ou medicamentos e comodidades. |
| Módulos | Em que questionários a pergunta de origem aparece, e se é core ou additional. |
| Exige censo | Se o indicador só se calcula num censo de unidades. |
| SARA, PHC | Marcações de pertença a conjuntos. |
| Denominador | A população de unidades sobre a qual se calcula. |
| Metodologia de cálculo | Como se obtém o valor. |
| Código do numerador, do filtro, do denominador | A lógica de cálculo escrita em referências às perguntas. |
| Notas de definição e de recolha | Precisões sobre o que conta e como se observa. |
O campo decisivo é o código de cálculo. É ele que liga o indicador às perguntas, e é a partir dele que se pode determinar o que se perde ao retirar uma pergunta do questionário.
Como se lê um código de cálculo
Os códigos referem as perguntas pelo seu número, precedido de Q. Uma pergunta com subitens numa grelha identifica-se pelo número principal, um travessão baixo e o número do subitem: Q3103_7 é o sétimo item da lista de medicamentos anti-infecciosos da pergunta 3103.
Quando a grelha tem várias colunas de resposta, uma letra final identifica a coluna. Nas grelhas de equipamento, A corresponde tipicamente a “disponível” e B a “funcional” ou “com prazo de validade válido”. Assim, Q2917_1A é o microscópio observado como presente e Q2917_1B o mesmo microscópio observado a funcionar.
Os operadores são os habituais: ==1 para uma opção de resposta específica, AND e OR para a combinação, e um campo de filtro separado que restringe o denominador.
Exemplo 1 — um indicador composto com dois caminhos
Indicador 2.3.1.1.8 — percentagem de unidades com capacidade de diagnóstico de malária no local. Identificador permanente ARJ. Módulo de prontidão, questões core. É um dos nove itens traçadores do domínio de capacidade diagnóstica do índice de prontidão geral.
(Q1404_2==1 AND (Q2660_6==1 OR Q2908_1A==1))
OR
(Q1404_3==1 AND Q2915_43==1 AND Q2917_1A==1 AND Q2917_1B==1
AND Q2917_2A==1 AND Q2917_3A==1
AND Q2917_43A==1 AND Q2917_43B==1 AND Q2918==1)
Dois ramos alternativos. O primeiro é o diagnóstico por teste rápido: a unidade declara usar teste rápido de diagnóstico, e um teste rápido de malária é observado no serviço de urgência ou no laboratório. O segundo é o diagnóstico por microscopia: a unidade declara usar microscopia, tem esfregaço de malária disponível, microscópio presente e a funcionar, lâminas, lamelas, coloração de Giemsa presente e dentro da validade, e microscopista certificado.
Três lições deste exemplo.
O indicador não é uma pergunta. Não existe no questionário nenhuma pergunta que pergunte se a unidade tem capacidade de diagnóstico de malária. Existem dez perguntas e uma regra que as combina. Escolher perguntas a cortar pela leitura do seu texto ignora esta camada.
A declaração não basta. A pergunta 1404 é declarativa: o respondente diz que métodos usa. Sozinha nunca satisfaz o código. Tem de ser confirmada por um item observado. E a observação é ela própria desdobrada: o microscópio conta na coluna de disponibilidade e na de funcionalidade, e o indicador exige as duas. A coloração de Giemsa presente mas com prazo expirado não conta.
Um indicador atravessa pontos de prestação. A pergunta 1404 responde-a quem trata da malária; a 2660 está na grelha da urgência; as 2915, 2917 e 2918 estão no laboratório e serão respondidas pelo técnico de laboratório, possivelmente a outro recolhedor. Este único indicador precisa de três locais e provavelmente três respondentes.
A consequência para o corte é menos óbvia do que parece. Retirar o microscópio e a coloração do questionário não apaga o indicador — o ramo do teste rápido continua a funcionar. O que acontece é que uma unidade que só faça microscopia passa a contar como zero. O número continua a sair, enviesado para baixo, sem qualquer sinal de que algo mudou.
Exemplo 2 — existência e funcionamento, e o papel do filtro
Duas perguntas seguidas da subárea de sistemas de manutenção geram dois indicadores.
4.1.2.3.1 numerador: Q800==1 filtro: Q800==1 OR Q800==2
4.1.2.3.2 numerador: Q800==1 AND Q801==1 filtro: Q800==1 OR Q800==2
A pergunta 800 pergunta se a unidade segue um calendário de manutenção rotineira das viaturas, com três respostas possíveis: sim, não, e “a unidade não tem viaturas”. A pergunta 801 pergunta se a unidade cumpre esse calendário, e só é feita a quem respondeu sim à anterior.
O primeiro indicador conta as unidades que têm calendário. O segundo conta as que o cumprem rotineiramente. A diferença entre os dois é a medida direta de estruturas que existem formalmente e não operam.
O campo de denominador destes indicadores diz “entre todas as unidades”, o que isolado seria incorreto. É o filtro que define o denominador real: Q800==1 OR Q800==2 exclui as unidades sem viaturas. Uma unidade sem viatura não tem má manutenção; a pergunta não se lhe aplica.
Fica a regra de leitura: sempre que uma pergunta tiver uma opção do tipo “não aplicável”, existe quase de certeza um filtro a retirá-la do denominador. Interpretar o inventário apenas pela coluna do denominador produz o número errado.
Exemplo 3 — quando uma opção de resposta carrega o indicador
4.2.3.2.2 numerador: Q938==1 AND Q937==1 filtro: Q937==1
A pergunta 937 — a unidade gere dinheiro de alguma fonte — abre o bloco e define o denominador. A pergunta 938 pergunta se existe sistema de documentação do dinheiro recebido, com a instrução ao recolhedor de pedir para ver o documento. As respostas possíveis incluem “sim, observado” e “sim, referido, não visto”.
O numerador exige Q938==1, ou seja, apenas a opção observada. O nome do indicador diz “observed system” e o código cumpre-o. A resposta declarada mas não verificada conta como ausência.
Numa estimativa de tempo de aplicação, esta é uma das perguntas mais caras do questionário, porque obriga a localizar e ler um documento. Esse custo é exatamente aquilo que o indicador está a comprar. Um recolhedor com pressa que aceite a resposta declarada faz a unidade cair fora do numerador.
Exemplo 4 — um índice
O índice de prontidão geral dos serviços não tem numerador próprio. É a média não ponderada de cinco pontuações de domínio, cada uma delas uma fração de itens presentes sobre itens possíveis:
| Domínio | Itens | Exemplos |
|---|---|---|
| Amenidades básicas | 7 | Energia, água melhorada, saneamento, sala com privacidade auditiva e visual, sistema de comunicação |
| Equipamento básico | 12 | Termómetro, estetoscópio, esfigmomanómetro, oxímetro de pulso, balanças de adulto, criança e lactente, craveira |
| Precauções padrão | 12 | Higiene das mãos, luvas, seringas descartáveis, esterilização, armazenamento e destino final de corto-perfurantes |
| Capacidade diagnóstica | 9 | Hemoglobina, glicemia, tiras de urina, teste de gravidez, malária, VIH, sífilis |
| Medicamentos essenciais | 30 | Cabaz alinhado com o indicador 3.8.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável |
Uma unidade que tenha 5 das 7 amenidades, 9 dos 12 equipamentos, 10 das 12 precauções, 6 dos 9 diagnósticos e 21 dos 30 medicamentos pontua 71%, 75%, 83%, 67% e 70%, com índice de 73%.
Os denominadores são fixos por definição. Se o questionário deixar de perguntar por cinco dos trinta medicamentos, há duas saídas e ambas custam. Recalcular sobre 25 redefine o índice: deixa de ser comparável com o SARA, com outros países e com futuros inquéritos do mesmo país. Manter o denominador em 30 preserva a comparabilidade nominal e faz com que nenhuma unidade do país possa pontuar acima de 83% nesse domínio — um enviesamento sistemático para baixo, que se propaga ao índice.
Retirar uma tabela inteira, pelo contrário, é uma perda limpa: desaparece do relatório e nada mais fica afetado.
As subáreas, com as suas dimensões
O quadro seguinte lista as 79 posições de subárea da árvore. Três nomes repetem-se em posições diferentes — pré-natal, tuberculose e malária aparecem na dimensão 3, como prontidão, e na dimensão 5, como qualidade clínica — e são coisas distintas.
As colunas de perguntas referem-se ao questionário combinado. “Exclusivas” conta as perguntas que nenhuma outra subárea utiliza, e o tempo exclusivo é o que efetivamente se liberta ao abandonar a subárea, estimado para uma unidade de cuidados de saúde primários.
| Nº | Subárea | Ind. | Tab. | Calc. | Perguntas | Exclusivas | Tempo excl. (min) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1.1.1 | Densidade de infraestrutura de saúde | 4 | 1 | 3 | 3 | 1 | 0.4 |
| 1.1.2 | Camas | 12 | 2 | 12 | 13 | 10 | 2.4 |
| 1.1.3 | Acessibilidade do edifício para pessoas com limitação de mobilidade | 35 | 7 | 2 | 1 | 0 | 0.0 |
| 1.1.4 | Estrutura e segurança do edifício | 196 | 31 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 1.2.1 | Efetivos da força de trabalho | 31 | 5 | 18 | 17 | 8 | 3.2 |
| 1.2.2 | Densidades da força de trabalho | 20 | 4 | 9 | 8 | 0 | 0.0 |
| 1.2.3 | Outros indicadores de força de trabalho | 21 | 5 | 17 | 11 | 9 | 1.8 |
| 1.3.1 | Disponibilidade de serviços de ambulatório e internamento | 8 | 3 | 8 | 4 | 2 | 0.8 |
| 1.3.2 | Disponibilidade de serviços específicos | 62 | 10 | 0 | 2 | 0 | 0.0 |
| 1.3.3 | Disponibilidade de tecnologias e procedimentos | 36 | 3 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 1.4.1 | Pontuações de índice | 3 | 1 | 2 | 2 | 1 | 0.4 |
| 2.1.1 | Amenidades básicas na área principal de prestação | 25 | 3 | 23 | 26 | 21 | 7.7 |
| 2.1.2 | Água, saneamento, higiene e resíduos de cuidados de saúde | 5 | 1 | 5 | 21 | 6 | 2.7 |
| 2.2.1 | Equipamento básico na área principal de prestação | 14 | 1 | 12 | 12 | 3 | 0.8 |
| 2.3.1 | Capacidade diagnóstica básica | 13 | 1 | 11 | 42 | 5 | 0.9 |
| 2.4.1 | Medicamentos essenciais | 37 | 1 | 35 | 76 | 2 | 0.5 |
| 2.4.2 | Consumíveis básicos | 22 | 1 | 20 | 54 | 16 | 4.3 |
| 2.4.3 | Comodidades que salvam vidas em saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil | 21 | 1 | 15 | 38 | 3 | 0.4 |
| 2.4.4 | Oxigénio no ambulatório | 7 | 2 | 7 | 11 | 0 | 0.0 |
| 2.4.5 | Armazenamento de produtos farmacêuticos | 30 | 2 | 30 | 34 | 34 | 10.7 |
| 2.5.1 | Precauções padrão para prevenção de infeção | 25 | 2 | 21 | 133 | 26 | 7.4 |
| 2.6.1 | Índice de prontidão geral dos serviços | 1 | 1 | 1 | 1 | 0 | 0.0 |
| 2.7.1 | Sistemas de referência | 6 | 1 | 6 | 8 | 6 | 2.2 |
| 2.8.1 | Sistemas de preparação para emergências | 19 | 2 | 19 | 19 | 19 | 4.5 |
| 3.1.1 | Planeamento familiar | 37 | 3 | 35 | 29 | 19 | 6.1 |
| 3.1.2 | Consulta pré-natal | 46 | 2 | 46 | 63 | 27 | 7.9 |
| 3.1.3 | Parto e cuidados obstétricos e neonatais de emergência básicos | 111 | 9 | 111 | 140 | 66 | 11.6 |
| 3.1.4 | Cuidados obstétricos e neonatais de emergência abrangentes | 29 | 2 | 29 | 78 | 8 | 0.8 |
| 3.1.5 | Cuidados de aborto | 52 | 4 | 52 | 66 | 44 | 1.0 |
| 3.1.6 | Cuidados pós-parto à mãe e ao recém-nascido | 36 | 2 | 36 | 57 | 41 | 10.6 |
| 3.1.7 | Cuidados ao recém-nascido pequeno ou doente | 30 | 2 | 30 | 42 | 25 | 2.4 |
| 3.1.8 | Cuidados preventivos e curativos à criança | 62 | 3 | 62 | 72 | 23 | 8.2 |
| 3.1.9 | Saúde do adolescente | 23 | 2 | 23 | 25 | 8 | 2.7 |
| 3.2.1 | Vacinação | 73 | 4 | 73 | 63 | 56 | 18.0 |
| 3.2.2 | Malária | 32 | 3 | 32 | 37 | 13 | 4.1 |
| 3.2.3 | Tuberculose | 77 | 6 | 77 | 73 | 50 | 9.8 |
| 3.2.4 | VIH — testagem e aconselhamento | 20 | 3 | 19 | 18 | 7 | 2.8 |
| 3.2.5 | VIH — terapia antirretroviral | 27 | 3 | 27 | 36 | 16 | 2.7 |
| 3.2.6 | VIH — cuidados e apoio | 44 | 2 | 44 | 71 | 38 | 8.3 |
| 3.2.7 | VIH — serviços pediátricos | 15 | 2 | 15 | 12 | 2 | 0.5 |
| 3.2.8 | VIH — prevenção da transmissão vertical | 30 | 2 | 30 | 33 | 22 | 6.1 |
| 3.2.9 | Infeções sexualmente transmissíveis | 21 | 2 | 21 | 28 | 8 | 2.2 |
| 3.2.10 | Doenças tropicais negligenciadas | 35 | 3 | 35 | 36 | 20 | 3.4 |
| 3.3.1 | Doença cardiovascular | 46 | 3 | 46 | 47 | 21 | 5.1 |
| 3.3.2 | Diabetes | 26 | 3 | 26 | 27 | 13 | 3.3 |
| 3.3.3 | Doença respiratória crónica | 26 | 2 | 26 | 25 | 9 | 2.4 |
| 3.3.4 | Cancro do colo do útero, mama, próstata e colorretal | 82 | 10 | 82 | 85 | 71 | 4.0 |
| 3.3.5 | Equipamento e sistemas de apoio para doenças não transmissíveis | 6 | 1 | 6 | 7 | 6 | 2.8 |
| 3.3.6 | Saúde mental e serviços neurológicos | 38 | 3 | 38 | 38 | 32 | 6.3 |
| 3.4.1 | Pequena cirurgia | 24 | 2 | 24 | 30 | 16 | 2.5 |
| 3.4.2 | Cirurgia major | 116 | 6 | 116 | 167 | 98 | 1.5 |
| 3.4.3 | Circuncisão masculina médica voluntária | 6 | 2 | 6 | 5 | 4 | 0.6 |
| 3.5.1 | Serviços de urgência em geral | 78 | 4 | 78 | 112 | 57 | 13.3 |
| 3.5.2 | Intervenções-sinal de urgência | 73 | 8 | 72 | 111 | 42 | 8.2 |
| 3.6.1 | Cuidados paliativos | 17 | 2 | 17 | 24 | 8 | 0.4 |
| 3.6.2 | Reabilitação | 21 | 3 | 19 | 16 | 14 | 0.9 |
| 3.6.3 | Sobreviventes de violência sexual e crianças vítimas de maus-tratos | 35 | 4 | 35 | 34 | 22 | 4.6 |
| 3.7.1 | Serviços laboratoriais | 58 | 3 | 58 | 70 | 40 | 4.6 |
| 3.7.2 | Radiologia, imagiologia e outros diagnósticos | 16 | 1 | 16 | 9 | 7 | 0.3 |
| 3.7.3 | Transfusão de sangue | 14 | 2 | 14 | 29 | 9 | 0.4 |
| 3.7.4 | Tratamento especializado selecionado | 2 | 1 | 2 | 2 | 0 | 0.0 |
| 4.1.1 | Sistemas de governação e gestão | 34 | 6 | 34 | 38 | 30 | 9.5 |
| 4.1.2 | Sistemas de manutenção | 33 | 5 | 33 | 35 | 35 | 9.1 |
| 4.2.1 | Afetação e gestão do orçamento | 39 | 5 | 39 | 29 | 28 | 8.6 |
| 4.2.2 | Fontes de financiamento | 35 | 6 | 35 | 36 | 35 | 10.1 |
| 4.2.3 | Prestação de contas financeira | 6 | 2 | 6 | 6 | 6 | 2.4 |
| 4.3.1 | Gestão e benefícios do pessoal | 22 | 4 | 22 | 21 | 21 | 7.8 |
| 4.4.1 | Sistemas de prevenção e controlo de infeção | 28 | 4 | 28 | 24 | 22 | 6.2 |
| 4.4.2 | Sistemas de garantia da qualidade | 29 | 5 | 29 | 35 | 32 | 7.1 |
| 4.4.3 | Sistemas de monitorização da qualidade do cuidado | 25 | 4 | 25 | 30 | 29 | 2.9 |
| 4.5.1 | Identificadores únicos e processos individuais | 31 | 4 | 31 | 31 | 30 | 11.5 |
| 4.5.2 | Sistemas de gestão de dados | 55 | 6 | 55 | 53 | 53 | 16.2 |
| 4.5.3 | Registo e reporte de mortalidade e morbilidade | 21 | 4 | 21 | 19 | 18 | 4.5 |
| 5.1.1 | Qualidade da consulta pré-natal | 19 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 5.3.1 | Qualidade da testagem de VIH | 7 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 5.3.2 | Qualidade da terapia antirretroviral | 23 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 5.3.3 | Qualidade da prevenção da transmissão vertical | 20 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 5.4.1 | Qualidade dos serviços de tuberculose | 22 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
| 5.5.1 | Qualidade do tratamento da malária não complicada | 18 | 4 | 0 | 0 | 0 | 0.0 |
O que cada subárea mede
| Nº | Subárea | O que mede |
|---|---|---|
| 1.1.1 | Densidade de infraestrutura de saúde | Densidade de unidades sanitárias por população. Exige denominador populacional externo e censo de unidades. |
| 1.1.2 | Camas | Número de camas de internamento, no total e por disciplina, e camas de maternidade. |
| 1.1.3 | Acessibilidade do edifício para pessoas com limitação de mobilidade | Acessibilidade do edifício para pessoas com limitação de mobilidade: rampas, portas, corredores, casas de banho adaptadas. |
| 1.1.4 | Estrutura e segurança do edifício | Estrutura e segurança do edifício, interior e exterior. Vem do questionário suplementar de estrutura, não do combinado. |
| 1.2.1 | Efetivos da força de trabalho | Contagem de efetivos por categoria profissional: médicos, enfermagem e parteria, outros profissionais, técnicos associados. Inclui existência de plano de pessoal. |
| 1.2.2 | Densidades da força de trabalho | Densidades da força de trabalho por população. Exige denominador populacional externo. |
| 1.2.3 | Outros indicadores de força de trabalho | Outros indicadores de pessoal: proporção de mulheres, unidades com médico no quadro, especialistas visitantes, qualificação do gestor, voluntários graduados. |
| 1.3.1 | Disponibilidade de serviços de ambulatório e internamento | Se a unidade oferece serviços de ambulatório e de internamento, e os horários e dias de funcionamento do ambulatório. |
| 1.3.2 | Disponibilidade de serviços específicos | Oferta declarada de serviços específicos. Usar apenas quando o módulo de prontidão não é implementado — caso contrário duplica a dimensão 3. |
| 1.3.3 | Disponibilidade de tecnologias e procedimentos | Oferta declarada de tecnologias e procedimentos: imagiologia, equipamento médico, testes laboratoriais. Mesma ressalva de duplicação. |
| 1.4.1 | Pontuações de índice | Pontuações de densidade: unidades, camas de internamento, camas de maternidade. |
| 2.1.1 | Amenidades básicas na área principal de prestação | Amenidades básicas na área principal de prestação: energia, água melhorada, saneamento, sala com privacidade, comunicação, computador com internet, transporte de emergência. Sete itens traçadores do índice de prontidão geral. |
| 2.1.2 | Água, saneamento, higiene e resíduos de cuidados de saúde | Indicadores de água, saneamento, higiene e gestão de resíduos de cuidados de saúde, alinhados com o quadro WASH. |
| 2.2.1 | Equipamento básico na área principal de prestação | Equipamento básico na área principal: termómetro, estetoscópio, esfigmomanómetro, oxímetro, luz de exame, otoscópio, oftalmoscópio, balanças de adulto, criança e lactente, fita métrica, craveira. Doze itens traçadores. |
| 2.3.1 | Capacidade diagnóstica básica | Capacidade diagnóstica básica: hemoglobina, glicemia, tiras de urina para glicose, proteína e cetonas, teste de gravidez, malária, VIH, sífilis. Nove itens traçadores. |
| 2.4.1 | Medicamentos essenciais | Medicamentos essenciais: disponibilidade observada dos trinta medicamentos traçadores do cabaz dos CSP, alinhado com o indicador 3.8.1 dos ODS. |
| 2.4.2 | Consumíveis básicos | Consumíveis básicos: seringas, luvas, compressas, material de penso e afins. |
| 2.4.3 | Comodidades que salvam vidas em saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil | Comodidades que salvam vidas em saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil: ocitocina, sulfato de magnésio, misoprostol, clorexidina, sais de reidratação oral, zinco. |
| 2.4.4 | Oxigénio no ambulatório | Oxigénio no ambulatório: disponibilidade do serviço e condições para o prestar. |
| 2.4.5 | Armazenamento de produtos farmacêuticos | Condições de armazenamento de produtos farmacêuticos, na farmácia principal e no armazém a granel: temperatura, organização, controlo de validades. |
| 2.5.1 | Precauções padrão para prevenção de infeção | Precauções padrão para prevenção e controlo de infeção, incluindo equipamento de proteção individual. Doze itens traçadores do índice de prontidão geral. |
| 2.6.1 | Índice de prontidão geral dos serviços | O índice de prontidão geral dos serviços: média não ponderada das cinco pontuações de domínio. |
| 2.7.1 | Sistemas de referência | Sistemas de referência: protocolos, meio de transporte, comunicação com a unidade de destino, contra-referência. |
| 2.8.1 | Sistemas de preparação para emergências | Preparação para emergências e catástrofes: estruturas de gestão, planos, formação e simulacros. |
| 3.1.1 | Planeamento familiar | Planeamento familiar: métodos oferecidos, e prontidão em pessoal formado, guias, equipamento e contracetivos. |
| 3.1.2 | Consulta pré-natal | Consulta pré-natal: oferta e prontidão. Uma das áreas de maior densidade de indicadores marcados SARA. |
| 3.1.3 | Parto e cuidados obstétricos e neonatais de emergência básicos | Parto e cuidados obstétricos e neonatais de emergência básicos. Inclui as funções-sinal BEmONC, que são o núcleo da avaliação obstétrica. |
| 3.1.4 | Cuidados obstétricos e neonatais de emergência abrangentes | Cuidados obstétricos e neonatais de emergência abrangentes: cesariana e transfusão. Nível hospitalar. |
| 3.1.5 | Cuidados de aborto | Cuidados de aborto: manejo do aborto incompleto e aborto induzido, oferta e prontidão. |
| 3.1.6 | Cuidados pós-parto à mãe e ao recém-nascido | Cuidados pós-parto para a mãe e o recém-nascido: oferta e prontidão. |
| 3.1.7 | Cuidados ao recém-nascido pequeno ou doente | Cuidados ao recém-nascido pequeno ou doente: oferta e prontidão. Exige capacidade que os CSP normalmente não têm. |
| 3.1.8 | Cuidados preventivos e curativos à criança | Cuidados preventivos e curativos à criança: oferta, prontidão e medicamentos prioritários pediátricos. |
| 3.1.9 | Saúde do adolescente | Serviços dirigidos a adolescentes: oferta diferenciada e prontidão. |
| 3.2.1 | Vacinação | Vacinação: oferta, prontidão, pessoal formado e armazenamento de vacinas. Inclui cadeia de frio. |
| 3.2.2 | Malária | Malária: oferta de diagnóstico e tratamento, prontidão, e indicadores auxiliares. |
| 3.2.3 | Tuberculose | Tuberculose: oferta por grupo etário, prontidão, tuberculose resistente e medicamentos antituberculosos. |
| 3.2.4 | VIH — testagem e aconselhamento | VIH — testagem e aconselhamento: oferta e prontidão. |
| 3.2.5 | VIH — terapia antirretroviral | VIH — terapia antirretroviral: oferta, prontidão e medicamentos. |
| 3.2.6 | VIH — cuidados e apoio | VIH — cuidados e apoio: oferta e prontidão dos serviços de acompanhamento. |
| 3.2.7 | VIH — serviços pediátricos | VIH pediátrico: oferta e prontidão. |
| 3.2.8 | VIH — prevenção da transmissão vertical | VIH — prevenção da transmissão vertical: oferta e prontidão. |
| 3.2.9 | Infeções sexualmente transmissíveis | Infeções sexualmente transmissíveis que não o VIH: oferta e prontidão. |
| 3.2.10 | Doenças tropicais negligenciadas | Doenças tropicais negligenciadas: oferta na unidade, medicamentos, e oferta ao nível comunitário. |
| 3.3.1 | Doença cardiovascular | Doença cardiovascular: oferta, prontidão e indicadores auxiliares. |
| 3.3.2 | Diabetes | Diabetes: oferta, prontidão e indicadores auxiliares. É o exemplo trabalhado da estrutura de prontidão específica no Anexo 1 do Comprehensive guide. |
| 3.3.3 | Doença respiratória crónica | Doença respiratória crónica: oferta e prontidão. |
| 3.3.4 | Cancro do colo do útero, mama, próstata e colorretal | Cancro do colo do útero, mama, próstata e colorretal: rastreio, oferta e prontidão. Subárea grande e quase inexistente ao nível dos CSP. |
| 3.3.5 | Equipamento e sistemas de apoio para doenças não transmissíveis | Sistemas de apoio aos serviços de doenças não transmissíveis: equipamento e organização. |
| 3.3.6 | Saúde mental e serviços neurológicos | Saúde mental e serviços neurológicos: oferta por condição e prontidão. |
| 3.4.1 | Pequena cirurgia | Pequena cirurgia: procedimentos oferecidos e prontidão. Suturas e procedimentos menores são frequentes nos CSP. |
| 3.4.2 | Cirurgia major | Cirurgia major: cirurgia geral, obstétrica e ginecológica, anestesia, e prevenção de infeção no bloco. Nível hospitalar. |
| 3.4.3 | Circuncisão masculina médica voluntária | Circuncisão masculina médica voluntária: oferta e prontidão. |
| 3.5.1 | Serviços de urgência em geral | Serviços de urgência em geral: oferta, prontidão, prevenção de infeção e indicadores auxiliares. |
| 3.5.2 | Intervenções-sinal de urgência | Intervenções-sinal de urgência: sinais vitais, via aérea, ventilação, circulação, intervenção cardíaca e outras. Estrutura por função, não por doença. |
| 3.6.1 | Cuidados paliativos | Cuidados paliativos: oferta e prontidão, incluindo disponibilidade de morfina. |
| 3.6.2 | Reabilitação | Reabilitação: oferta, prontidão e indicadores auxiliares. |
| 3.6.3 | Sobreviventes de violência sexual e crianças vítimas de maus-tratos | Atendimento a sobreviventes de violação e violência sexual ou por parceiro íntimo, e a crianças vítimas de maus-tratos. |
| 3.7.1 | Serviços laboratoriais | Serviços laboratoriais: oferta, prontidão e prevenção de infeção no laboratório. |
| 3.7.2 | Radiologia, imagiologia e outros diagnósticos | Radiologia, imagiologia e outros procedimentos diagnósticos. |
| 3.7.3 | Transfusão de sangue | Transfusão de sangue: oferta, suficiência e segurança do sangue, cadeia de frio. |
| 3.7.4 | Tratamento especializado selecionado | Equipamento de tratamento especializado selecionado. Subárea residual, dois indicadores. |
| 4.1.1 | Sistemas de governação e gestão | Governação e gestão da unidade: órgão de gestão, planos, serviços de apoio ao funcionamento, aprovisionamento, ligação a agentes comunitários. |
| 4.1.2 | Sistemas de manutenção | Sistemas de manutenção: infraestrutura, equipamento médico e viaturas. Distingue a existência de calendário do seu cumprimento efetivo. |
| 4.2.1 | Afetação e gestão do orçamento | Orçamento: autonomia de gestão, rubricas, orçamento do ano corrente e do último ano fechado, repartição média da despesa. |
| 4.2.2 | Fontes de financiamento | Fontes de financiamento, cobertura por seguro e taxas cobradas ao utente, no ambulatório e no internamento. |
| 4.2.3 | Prestação de contas financeira | Prestação de contas financeira: auditoria e sistema de documentação de dinheiro recebido. |
| 4.3.1 | Gestão e benefícios do pessoal | Gestão do pessoal: estruturas e sistemas, benefícios, formação em serviço e supervisão externa. |
| 4.4.1 | Sistemas de prevenção e controlo de infeção | Sistemas de prevenção e controlo de infeção: estruturas de gestão, monitorização, formação em higiene das mãos. |
| 4.4.2 | Sistemas de garantia da qualidade | Sistemas de garantia da qualidade: avaliação externa contra normas, qualidade laboratorial, sistemas internos, monitorização de prescrição e reações adversas. |
| 4.4.3 | Sistemas de monitorização da qualidade do cuidado | Monitorização da qualidade do cuidado: revisão de casos, eventos adversos e infeções nosocomiais, qualidade cirúrgica, indicadores de resultado. |
| 4.5.1 | Identificadores únicos e processos individuais | Identificadores únicos e processos individuais do doente, no ambulatório e no internamento, incluindo o seu armazenamento. |
| 4.5.2 | Sistemas de gestão de dados | Gestão de dados: estruturas, sistemas informatizados, revisão da qualidade dos dados, envio e arquivo de relatórios. |
| 4.5.3 | Registo e reporte de mortalidade e morbilidade | Registo e reporte de mortalidade e morbilidade, e uso de sistemas internacionais de codificação. |
| 5.1.1 | Qualidade da consulta pré-natal | Qualidade da consulta pré-natal, avaliada por revisão de registos individuais. Fora de alcance com o questionário combinado. |
| 5.3.1 | Qualidade da testagem de VIH | Qualidade da testagem de VIH, por revisão de registos. Fora de alcance com o questionário combinado. |
| 5.3.2 | Qualidade da terapia antirretroviral | Qualidade da terapia antirretroviral, por revisão de registos. Fora de alcance com o questionário combinado. |
| 5.3.3 | Qualidade da prevenção da transmissão vertical | Qualidade da prevenção da transmissão vertical, por revisão de registos. Fora de alcance com o questionário combinado. |
| 5.4.1 | Qualidade dos serviços de tuberculose | Qualidade dos serviços de tuberculose, por revisão de registos. Fora de alcance com o questionário combinado. |
| 5.5.1 | Qualidade do tratamento da malária não complicada | Qualidade do tratamento da malária não complicada, por revisão de registos. Fora de alcance com o questionário combinado. |